quarta-feira, 30 de março de 2016

CAÇA-PALAVRAS NO ENSINO DE FILOSOFIA. (Prof. José Antônio Brazão.)

Um bom recurso didático, para reforço de ideias filosóficas, no âmbito escolar, é o uso de caça-palavras.
PRÉ-SOCRÁTICOS E SOFISTAS EM FRAGMENTOS:(Prof. José Antônio Brazão.)

O conhecimento que hoje se tem dos filósofos pré-socráticos e sofistas é fruto, na verdade, de um amontoado de citações e comentários feitos por outros filósofos e escritores antigos, dos quais se destacam Platão e Aristóteles, dentre outros. Em fragmentos. As obras por eles escritas se perderam ao longo do tempo, por ação de traças, descuidos humanos, má conservação ou destruição. Também por falta de pensadores que dessem continuidade aos estudos e pesquisas que fizeram. Platão e Aristóteles, por exemplo, haviam fundado escolas que deram continuidade ao seu pensamento, fazendo cópias e recópias de seus livros sobreviventes, durante séculos.

Graças ao trabalho de estudiosos dos séculos XIX e XX, principalmente, cada citação e cada comentário foram separados, postos em certa ordem e enumerados, formando conjuntos de fragmentos, que hoje servem de referência e de objeto de estudo dos interessados. Com certeza, a atividade daqueles estudiosos trouxe novas luzes para a compreensão dos filósofos gregos antigos, resultado de leituras atentas de obras conservadas, de análise, desmontagem e reconstrução textual, de muita pesquisa.

O trabalho do pesquisador, com efeito, demanda conhecimento profundo da área estudada – resultante de muitas leituras e estudos –, num olhar atento, que consegue observar peculiaridades e detalhes, discussão, troca e confronto de ideias com outros estudiosos e, sobretudo, muita curiosidade, fazendo com que uma pergunta leve a outra, numa busca incessante de respostas. Em qualquer atividade ou área de conhecimento tudo isto é necessário Lembre-se! (Cf. tb. Copistas medievais.)

CAÇA-PALAVRAS PRÉ-SOCRÁTICOS E SOFISTAS EM FRAGMENTOS.

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As palavras estão na horizontal, na vertical, na diagonal, da direita para a esquerda e vice-versa.




FILOSOFIA MODERNA – Prof. José Antônio Brazão.

(Usar MAPAS, LIVROS DE ARTE e BANNERS da biblioteca da escola. Complemento.)

O mundo europeu, que vai, aproximadamente, do século XV ao XVIII, é marcado por uma série de transformações. Uma delas, no modo econômico de produção, com a paulatina afirmação e posterior consolidação do capitalismo. Os reinos e as cidades da Europa vinham desenvolvendo-se e crescendo. A melhoria nos transportes náuticos, com o aperfeiçoamento de aparelhos como a bússola, o sextante e o astrolábio, bem como na construção de embarcações, possibilitou o avanço, cada vez maior, das navegações em novas direções pelos oceanos e mares. Novas rotas e terras desconhecidas foram sendo descobertas e dominadas. Dentre os meios de domínio sobre os habitantes foram utilizados, o genocídio (extermínio), a pilhagem, o saque e a escravidão, tudo em nome do capital a ser obtido e ampliado, formando a riqueza e aumentando o poder de reis, nobres e burgueses. A burguesia fortaleceu-se muitíssimo, no decurso dos séculos. Uma série de descobertas no campo da ciência pôs em xeque o princípio de autoridade, muito usado para definir e responder as questões científicas, na Baixa Idade Média (séculos XI a XV d.C.) e em parte significativa da Idade Moderna. O que as antigas autoridades diziam era a verdade: a Bíblia, interpretada ao pé da letra, muitas vezes, os santos, Aristóteles, Platão, Cláudio Ptolomeu, entre outros pensadores tidos como autoridades.

No campo das artes, o Renascimento, com artistas como: Michelangelo Buonarotti, Leonardo da Vinci, Rafael Sanzio e Albrecht Dürer. No campo da ciência, destaque para as descobertas e ideias de Nicolau Copérnico, Galileo Galilei, Johannes Kepler e Isaac Newton deram grande impulso à compreensão das leis do universo e do próprio planeta Terra: heliocentrismo, gravidade, movimento dos corpos celestes e naturais, etc. Ao mesmo tempo, a Reforma Protestante e a Contrarreforma Católica trouxeram mudanças religiosas fundamentais até para os dias atuais: o surgimento de novas igrejas cristãs e o enrijecimento dogmático, tendo tido este suas expressões maiores no Concílio de Trento e na Inquisição.

No campo da filosofia, destaques para o racionalismo (R) e o empirismo (E) modernos, que tiveram como grandes expoentes: o francês René Descartes (R), John Locke e David Hume (E), ambos das ilhas britânicas. De acordo com o racionalismo, a razão (ratio, em latim) é a base para o conhecimento da realidade. De acordo com Descartes, inclusive, existem ideias inatas, isto é ideias preexistentes ao nascimento das pessoas ou que já nascem com elas, como a ideia de Deus e do próprio eu pensante (Cogito – Eu penso). Descartes descobriu-as tomando como ponto de partida e como caminho a dúvida metódica. E, a partir dessas duas ideias, pôde, então, afirmar a certeza a respeito do mundo circundante e da matemática. Fundamento: a razão.

De acordo com os empiristas, o conhecimento humano é fruto da experiência sensível, contato direto com o mundo através dos cinco sentidos. O intelecto humano (razão) trabalha com as informações enviadas pelas experiências sensíveis e constrói o conhecimento. Nada há na mente que antes não tenha passado pelos cinco sentidos, de acordo com eles. Para Locke, a mente é uma tabula rasa (expressão latina), ou seja, um papel em branco, no qual as informações sensíveis vão sendo escritas, arquivadas e encaixadas. Hume deu um passo adiante: afirmou que não basta a experiência imediata (direta) tão somente para a elaboração de conhecimentos. É preciso algo mais: experiências repetidas, transformadas em hábito. O hábito é o grande guia do conhecimento humano. De tanto ver as coisas acontecerem da mesma forma, os seres humanos tiram conclusões a respeito do mundo que os rodeia, formulando, a partir daí, leis gerais que vão fundamentar a ciência e a própria vida das pessoas.

No século XVIII, a Revolução Industrial, que vinha sendo preparada antes, tomou grande impulso na Europa, com novas máquinas e uma produção em uma escala sem precedentes na história humana. Junto com ela a intensificação da exploração dos trabalhadores, inclusive de crianças e mulheres. Época também do Iluminismo.

CAÇA–PALAVRAS FILOSÓFICO 2 – FILOSOFIA MODERNA. Prof. José Antônio Brazão. (3,0)

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As palavras estão na vertical, na horizontal e na diagonal, dispostas da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita.

 
 
 

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