quarta-feira, 22 de julho de 2015

DICIONÁRIO BÁSICO ILUSTRADO DE FILOSOFIA E LÍNGUA PORTUGUESA (Prof. José Antônio Brazão.)

Uma boa atividade interdisciplinar que pode ser feita em diálogo com a Língua Portuguesa é um dicionário básico, simples e ilustrado, feito em caderno comum, no qual cada estudante anote, a cada mês, palavras desconhecidas e outras cujo significado possa ser aprofundado. Feito pelos próprios estudantes.
Passo a passo: (a) aquisição de um caderno comum; (b) dividir o caderno em 26 partes, cada qual correspondendo a uma letra do alfabeto da língua portuguesa, conforme a Nova Ortografia; (c) fazer um levantamento de palavras desconhecidas e outras que possam ser melhor compreendidas, tanto da filosofia quanto da língua portuguesa que tenham relação com a filosofia ou que apareçam em aulas, leituras e estudos de Filosofia; (d) anotar cada palavra, conforme a letra que a inicia; (e) com o auxílio de dicionários de língua portuguesa comuns, anotar, na frente de cada palavra, seus significados; (f) para facilitar mais ainda a compreensão, colar imagens relacionadas a cada palavra, obtidas em revistas velhas, jornais fora de uso, panfletos e materiais que possam ser reciclados; também podem ser feitos desenhos simples, feitos por cada estudante, em seu respectivo dicionário; (f) a cada semana ou mês, ir atualizando o dicionário, com isto ampliando-o. Apresentar o dicionário ao(à) professor(a) de Filosofia para que verifique o andamento, até mesmo por motivo de avaliação (avaliar cada dicionário elaborado, com cuidado, mostrando o progresso de cada estudante). O dicionário também poderá ser mostrado ao(à) professor(a) de Língua Portuguesa, tendo em vista seu caráter interdisciplinar.
Essa é uma das várias ideias que nasceram, no trabalho docente, no Colégio Estadual Deputado José de Assis, como forma de dialogar e ajudar a reforçar o aprendizado de Língua Portuguesa e de Filosofia. Com efeito, o dicionário tem por objetivos a ampliação vocabular de cada estudante, contribuindo para que disponha de mais palavras e ideias em seu repertório linguístico, e um aprendizado reflexivo e mais aprofundado de Filosofia. Outras ideias você poderá encontrar passeando por este blog, nessa busca constante de diálogo com a Língua Portuguesa e de aprendizado mútuo. Embaixo há Postagens Antigas. Dê uma olhada nelas também e você encontrará possibilidades de diálogos interdisciplinares da Filosofia com a Língua Portuguesa e até mesmo com outros componentes curriculares.
Há dois ou três anos atrás, duas professoras de Língua Portuguesa do colégio, vendo dificuldades de aprendizado nesse conteúdo, com gráficos em mãos, pediram que outros professores e professoras pudessem ajudar no reforço do aprendizado dessa matéria escolar. Desde então, venho me empenhando por ajuda-las no que me seja possível. Várias ideias surgiram. Uma dessas ideias foi, agora, logo no início de 2015, o Dicionário Básico Ilustrado de Filosofia e Língua Portuguesa.
Professor(a) de Filosofia, o diálogo interdisciplinar, neste caso, com a Língua Portuguesa (e também com outras áreas de ensino-aprendizagem) é fundamental, possibilitando um maior aprendizado de cada estudante. O dicionário relatado é fácil de ser feito, baratíssimo (quase sem custo), exige pesquisa estudantil, leitura e anotação. Além do mais, no diálogo com o professor e a professora e toda a turma, a problematização e a reflexão filosóficas.
Abaixo vão algumas imagens de dicionários que começaram a ser feitos por estudantes da turma E1M01 do Colégio Estadual Deputado José de Assis. As palavras caverna, mito, razão e outras foram propostas por mim, no intuito de preparar a turma para o estudo subsequente do mito da caverna, do filósofo grego Platão. E, de fato, professor(a), você pode propor palavras para a pesquisa e as anotações dos dicionários, além daquelas que cada estudante perceba como necessárias a acrescentar.




 












domingo, 5 de julho de 2015

POSSIBILIDADE DIDÁTICA - JOGO DE CARTAS COMO UM RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE FILOSOFIA (Prof. José Antônio Brazão.)














O jogo didático acima é uma possibilidade que pode ser aplicada, vez ou outra, em sala de aula, como um recurso didático possível, dentre muitos e imagináveis, no ensino de Filosofia. Pode ser, talvez, adaptado para o ensino de outros conteúdos, como Biologia, História, Física, Matemática, etc., num processo de criação de novos. Professor(a) de Filosofia, crie, invente, veja possibilidades que o(a) auxiliem no trabalho de ensino-aprendizagem. E estude muito, sempre. Também pesquise, faça cursos. Tudo isto poderá ser-lhe de muito valor para o aprimoramento de seu trabalho escolar.

BARALHO FILOSÓFICO APLICAÇÃO POSSÍVEL (Prof. José Antônio Brazão.)

*O baralho filosófico é um jogo didático que pode auxiliar no aprendizado de ideias básicas de filosofia, na percepção de imagens (por exemplo, rostos de filósofos e filósofas, de pensadores, entre outras).

*Divida a turma em grupos de quatro jogadoras e jogadores (estudantes).

*Entregue uma cópia desse baralho para cada grupo.

*Peça que leiam a regra proposta e que a sigam ou que joguem do modo como melhor acharem, como um baralho comum.

*Lembre que cada rosto repetido corresponde a um naipe do baralho.

*Lembre também a toda a turma o valor educativo desse jogo.

*Tempo de jogo dos grupos: de 15 a 20 minutos, aproximadamente. Talvez menos.

*Terminadas as jogadas dos grupos, peça que virem todas as cartas, colocando-as de cabeça para cima. Cada estudante, de cada grupo, poderá virar as de um naipe (rosto de um filósofo [ou filósofa]). No centro, coloquem o rei, a rainha, o valete e o curinga, de forma ordenada, cada um(a) com seu naipe possível.

*Viradas e organizadas as cartas, em todas as mesas, professor(a), peça que leiam cada carta por vez, um naipe por vez. Peça a opinião de estudantes dos grupos sobre o naipe que virou. Então, levante uma questão para debate coletivo, como, por exemplo: Que problema(s) esse pensador\filósofo\cientista enfrentou? (Tempestade de ideias, aberta.) A seguir, explique o conteúdo de cada carta.

*Pergunte à turma, ainda em grupos, do que cada um(a) lembra-se a mais, que tenha estudado a respeito de cada pensador. Levante possíveis problemas, questionamentos, reflexões.

*Junto com o baralho filosófico, o estudo de trechos curtos de textos escritos pelos pensadores e pensadoras que estejam presentes no baralho é fundamental.

*Outros recursos complementares possíveis: mapas, banners, outros que queira usar. Ver os propostos no Projeto Recursos e Jogos Didáticos Para o Ensino de Filosofia. No caso de mapas e banners, enquanto os grupos jogam, ponha-os no quadro da sala.

*Ao final, professor(a), faça a conclusão. Imagine outras formas de aplicar este recurso.
Para mais recursos didáticos veja no site da Secretaria de Educação do Paraná:

http://www.filosofia.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=156

quinta-feira, 4 de junho de 2015

ENTRE O CÉU E O INFERNO - FATOS DA CIÊNCIA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO (Prof. José Antônio Brazão.)

Desenho feito por uma aluna, a partir de um outro desenho passado no quadro, em 2015, em aula.
A energia é igual ao valor da massa multiplicada pela constante da velocidade da luz ao quadrado. É a descrição da fórmula famosa de Albert Einstein, famoso físico alemão que viveu entre meados do século XIX e meados do XX. E = MC2 (o dois, aqui, indica quadrado, a multiplicação da constante da velocidade da luz por si mesma). Essa fórmula aponta a existência de uma profunda relação entre a energia e a matéria (massa), indicando que uma pode transformar-se na outra.

No transcurso dos milênios, os seres humanos aprenderam a transformar movimento em energia e energia em movimento: a energia dos braços ou dos animais em energia mecânica em máquinas, a energia dos ventos em movimento de moinhos e barcos, a energia do vapor em movimento de navios a vapor, e outras coisas mais. Nos últimos séculos, aprenderam a transformar também a energia elétrica em luminosa (lâmpadas), bem como a força da matéria da água em energia elétrica em turbinas nas usinas. E assim por diante.

A curiosidade de Einstein, unida aos vastos conhecimentos que lhe vieram das muitas leituras e debates com amigos interessados em física, professores e outras pessoas, junto com a genialidade, permitiram-lhe perceber que também a matéria pode transformar-se em energia e vice-versa. Há, inclusive, dois exemplos fortíssimos que evidenciam essa relação, essa transformação: a explosão de bombas atômicas e o nascimento do universo por meio do Big Bang.

No primeiro caso, o das bombas, a liberação da energia contida na matéria dos átomos estilhaçados de urânio ou outro elemento radioativo, capaz de destruir cidades inteiras! Matéria transformada em uma tremenda energia. No caso de bombas atômicas, o inferno! A comparação é por conta do calor imenso liberado por elas, além da radiação e da força incrivelmente destrutiva.

No caso do Big Bang, a explosão que deu origem ao universo e a tudo que nele existe, uma imensa energia, com um imensíssimo calor que dela foi liberado, com a formação de subpartículas atômicas (partículas muito menores que um átomo), que, com o passar do tempo, foi-se esfriando no espaço vazio e frio, permitindo que tais subpartículas se unissem e formassem átomos de hidrogênio. Unidos formaram imensas estrelas, galáxias e alguns elementos formados, por pressões, dentro das estrelas, outros com a explosão muitas delas. Energia que transformou-se e transforma-se, ainda hoje, no âmbito estelar, em matéria e vice-versa. Formaram-se, assim, os céus.

Vale lembrar que Einstein previu a transformação da energia em massa (matéria) e vice-versa. Quem inventou as primeiras bombas atômicas foi um grupo de cientistas, durante a II Guerra Mundial, principalmente, com base nas ideias do cientista alemão. Quem descobriu o Big Bang foi um cientista norte-americano chamado Edwin Hubble (1889 – 1953), um grande e sagaz astrônomo, que descobriu galáxias e o movimento delas, evidenciando o movimento do universo e imaginando que ele poderia vir de um ponto inicial. Einstein o conheceu.

Esses dois casos mostram claramente o como a ciência dos últimos séculos, devedora de toda a história passada, com seus percalços e seus avanços, vem sendo capaz de descobrir coisas incríveis, mas, ao mesmo tempo, por conta de seu uso econômico-político-militar, também capaz de, a partir de certas descobertas, fabricar armas de destruição em massa. No mundo de hoje, inclusive, há milhares de bombas, capazes de, juntas, destruírem a Terra muitas vezes.

Criação (o “céu”) e destruição (o “inferno”) do mundo, dois eventos fundamentais que se interligam de alguma maneira, frutos das descobertas e das ciências humanas (aqui, as ciências criadas pelos seres humanos). É claro, pode-se perceber que nenhuma descoberta científica é neutra, ou seja, não é pura descoberta, mas é fruto de necessidades econômicas, políticas, de desafios humanos, da necessidade da sobrevivência, por um lado, e do enriquecimento do outro, aliado à busca e ao empenho de manutenção do poder.

A neutralidade científica é um mito, criado de propósito, que se torna perigo por esconder o jogo de interesses que está por trás dela (ou dele). O interesse dos cientistas de descobrirem e desvendarem os segredos do cosmos alia-se aos interesses econômicos, políticos e militares, já citados. Muito dinheiro é investido nas pesquisas e isto demanda a contrapartida do resguardo e da defesa dos últimos interesses.

O telescópio e o satélite espaciais que auxiliam no desvendar dos íntimos segredos do universo também servem para vigiar povos, movimentos de tropas, entre outros usos militares e políticos. Isto não desmerece a ciência, mas faz lembrar que é preciso atentar para o fato de que ela não tem nenhuma neutralidade. É preciso olhar a ciência com olhos críticos, isto é, olhos que problematizam, questionam, são capazes de pôr em dúvida a fundamentação do que se encontra por trás de cada descoberta, tanto do passado quanto do presente. É preciso o olhar filosófico, atento e interpretativo, aliado a um trabalho interdisciplinar com outras áreas do conhecimento humano, como as das ciências humanas, também não neutras.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

LUDO DE HISTÓRIA DA FILOSOFIA DA ANTIGUIDADE TARDIA AO MUNDO CONTEMPORÂNEO (Prof. José Antônio Brazão.)



Uma atividade possível, no trabalho de ensino-aprendizagem de Filosofia pode ser, vez ou outra, em sala de aula, em grupos de até quatro estudantes, voltados(as) uns(umas) para os(as) outros(as), o jogo do ludo. Este pode ser o ponto de partida para um bom estudo, em sala de aula, de certa época da história da filosofia ocidental. Professor(a) de Filosofia, crie também os seus e faça bom uso!
Além das páginas coladas, formando um jogo de ludo simples, serão necessários também um dado de seis faces para cada grupo e botões ou tampinhas coloridas comuns, um(a) para cada jogador(a), para que possa ir pelo percurso do jogo.
E lembre-se sempre, professor(a), os textos escritos por filósofos e filósofas, ao longo dos séculos e milênios, são a matéria-prima do estudo da Filosofia. Estude-os sempre. No uso do ludo, aproveite, após explica-lo e discuti-lo com as turmas, para trabalhar textos diretos de filósofos(as).
Bom proveito!

E não deixe de dar uma olhadinha em outros ludos contidos neste site, em outras datas. Clique em Postagens Antigas (ou Anteriores) e procure-os. Eles estão aí para ajudar você, professor(a), e a você que é um(a) interessado(a) em filosofia.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

PALAVRAS CRUZADAS NO ENSINO DE FILOSOFIA (Prof. José Antônio Brazão.)


CRUZADINHA FILOSÓFICA E GERAL:
PRIMEIRO FILÓSOFO GREGO
 
 
 
 
 
 
 
 
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A
 
 
 
 
 
 
 
 
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O QUINTO ELEMENTO (abaixo)
 
 
 
 
 
 
 
 
S
RELATO SAGRADO SOBRE OS DEUSES à
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I
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O
LETRA GREGA FINAL
(abaixo)
E
TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE (abaixo)
RIO DO EGITO (abaixo)
CÉLULA emCASCA|
O
ESTUDI-OSO DOS ASTROS
A
S
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R
O
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M
O
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
M
DECLARAÇÃO OU AFIRMAÇÃO (abaixo)
 
 
PREPOSIÇÃO
 
ALCOOLICOS ANÔNIMOS
(acima)
 
 
CONSOANTES DE “SOL”
(acima)
E
A
T
I
V
MATO GROSSO (acima)
 
 
 
 
 
V
E
CONJUNTO DE MITOS DE UM POVO
VIDA, EM LATIM
E
N
INSTRUMENTO DO DEUS THOR à
M
A
R
T
E
L
O
LEMBRE-SE: APRENDA SEMPRE, LEIA MAIS E CONHEÇA O MUNDO!
HABILIDADE DA CORUJA DE MINERVA  (acima)
CONDUZ
G
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I
A
LENTAMENTE, EM INGLÊS
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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L
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SociólogoMAX
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Y
 
 
 
 
 
 
 
 
W
SÉCULO VI  _?_ DE CRISTO à
A
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T
E
S
ESTRELAS, EM INGLÊS (aci-ma)
O
MÃE DA HUMANIDADE à
E
V
A
TIPO DE ESTRELA EXPLOSIVA: SUPER...?
INTELIGÊNCIA ORDENADORA, CONFORME ANAXÁGORAS(abaixo)
N
XENÓFANES DE... (FILÓSOFO GREGO)
C
O
L
O
F
O
N
ANTÔNIMO DE MAUà
B
O
M
FEMININO  DE DEUSES (abaixo)
V
LIVRO DE HOMERO
I
L
I
A
D
A
 
O
E
N
NOVOß
O 5º MÊS, EM INGLÊS (acima)
SAUDÁVEL
S
A
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MORADA
DIVINA à
 
 
 
 
 
C
 
 
 
 
 
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UNIDADE (abaixo)
CONSTELAÇÃO  
U
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S
A
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O
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G
GÓRGIAS, DEMÓCRITO, ORÁCULO – LETRAS INICIAIS
ESTAVA NA ORIGEM DO UNIVERSO, SEGUNDO OS GREGOS ANTIGOS (acima)
U
N
SEM ROUPA
 
S
QUARTA VOGAL (abaixo)
VOCÊ SABIA QUE, DE ACORDO COM EMPÉDOCLES, 4 ELEMENTOS COMPÕEM O MUNDO? AR, ÁGUA, FOGO E TERRA!
O UNIVERSO ORDENADO (abaixo)
PRIMEIIRAS LETRAS DE LOGOS, FENÔ-MENO, TESE, NATUREZA (abaixo)
R
SAUDAÇÃO
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-?- DE RODES
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PRINCÍPIO ORIGINÁRIO, SEGUNDO TALES
A
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PRINCÍPIO ORIGINÁRIO SEGUNDO HERÁCLITO à
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G
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O
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PARTE DA SEMANA DA CRIAÇÃO BIBLICA (abaixo)
TIPO DE LUZ (abaixo)
 
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RESUMO
 
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U
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DEUSA GREGA  
D
 
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A
LETRA QUE SEGUE AO “L” à
M
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365 DIAS (acima)
N
I
O
 
CRIADOR DO MUN-DO, SEGUN-DO A BÍBLIA
DEUS GRE-GO DOS CÉUS
U
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A
N
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PRINCÍPIO DE TUDO SEGUNDO PITÁGORAS (acima)
A
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FILÓSOFO DE MILETO
 
A CRUZADINHA ACIMA VAZIA, A SER PREENCHIDA:
 
PRIMEIRO FILÓSOFO GREGO à
 
 
 
O QUINTO ELEMENTO (abaixo)
 
RELATO SAGRADO SOBRE OS DEUSES
 
 
 
 
LETRA GREGA FINAL
(abaixo)
 
TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE (abaixo)
RIO DO EGITO (abaixo)
CÉLULA em CASCA|
 
ESTUDI-OSO DOS ASTROS
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DECLARAÇÃO OU AFIRMAÇÃO (abaixo)
 
 
PREPOSIÇÃO
 
ALCOOLICOS ANÔNIMOS
(acima)
 
 
CONSOANTES DE “SOL”
(acima)
 
 
 
 
 
MATO GROSSO (acima)
 
 
CONJUNTO DE MITOS DE UM POVO
VIDA, EM LATIM
 
 
 
INSTRUMENTO DO DEUS THOR
 
 
 
 
 
 
 
LEMBRE-SE: APRENDA SEMPRE, LEIA MAIS E CONHEÇA O MUNDO!
HABILIDADE DA CORUJA DE MINERVA  (acima)
CONDUZ
 
 
 
 
LENTAMENTE, EM INGLÊS
 
 
 
Sociólogo MAX
 
 
 
SÉCULO VI  _?_ DE CRISTO
 
 
 
 
 
ESTRELAS, EM INGLÊS (aci-ma)
 
MÃE DA HUMANIDADE à
 
 
 
TIPO DE ESTRELA EXPLOSIVA: SUPER...?
INTELIGÊNCIA ORDENADORA, CONFORME ANAXÁGORAS(abaixo)
 
XENÓFANES DE... (FILÓSOFO GREGO)
 
 
 
 
 
 
 
ANTÔNIMO DE MAU
 
 
 
FEMININO  DE DEUSES (abaixo)
 
LIVRO DE HOMERO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NOVO
O 5º MÊS, EM INGLÊS (acima)
SAUDÁVEL
 
 
 
MORADA
DIVINA
 
 
UNIDADE (abaixo)
CONSTELAÇÃO  
 
 
 
 
 
 
 
 
GÓRGIAS, DEMÓCRITO, ORÁCULO – LETRAS INICIAIS
ESTAVA NA ORIGEM DO UNIVERSO, SEGUNDO OS GREGOS ANTIGOS (acima)
 
 
SEM ROUPA
 
 
QUARTA VOGAL (abaixo)
VOCÊ SABIA QUE, DE ACORDO COM EMPÉDOCLES, 4 ELEMENTOS COMPÕEM O MUNDO? AR, ÁGUA, FOGO E TERRA!
O UNIVERSO ORDENADO (abaixo)
PRIMEIIRAS LETRAS DE LOGOS, FENÔ-MENO, TESE, NATUREZA (abaixo)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
-?- DE RODES
 
 
PRINCÍPIO ORIGINÁRIO, SEGUNDO TALES
 
 
 
 
PRINCÍPIO ORIGINÁRIO SEGUNDO HERÁCLITO
 
 
 
 
 
 
PARTE DA SEMANA DA CRIAÇÃO BIBLICA (abaixo)
TIPO DE LUZ (abaixo)
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO
 
 
 
 
 
DEUSA GREGA  
 
 
 
 
 
LETRA QUE SEGUE AO “L”
 
 
365 DIAS (acima)
 
 
 
 
CRIADOR DO MUN-DO, SEGUNDO A BÍBLIA
DEUS GRE-GO DOS CÉUS
 
 
 
 
 
PRINCÍPIO DE TUDO SEGUNDO PITÁGO-RAS (acima)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FILÓSOFO DE MILETO
 
A cruzadinha filosófica acima é apenas um modelo, que pode ser muito melhorado e aprimorado. Dá muito trabalho para ser feita deste jeito, porém há uma vantagem: pode ser arquivada e aproveitada, juntamente com outras, ao longo do ano e com diferentes turmas. Use o recurso tabela e defina o número de colunas e linhas. Enfim, preencha! A cruzadinha filosófica pode ser um meio interessante de introduzir ou concluir um conteúdo de estudo em Filosofia. Ademais, muita gente gosta de fazer palavras cruzadas. Sem dúvida, as e os estudantes também devem gostar. Aproveite!
A cruzadinha (palavras cruzadas), como a acima proposta, pode ser feita em trabalho conjunto com outros conteúdos escolares, como a Língua Portuguesa, a História, a Língua Inglesa, a Língua Espanhola, Matemática, Física, Geografia, Sociologia, Arte, dentre outras matérias. A interdisciplinaridade é, com certeza, algo muitíssimo enriquecedor para todas as matérias escolares. Professor(a), faça bom uso dessa ideia e aplique-a no ensino de Filosofia.
PALAVRA CRUZADA SIMPLES COMO ATIVIDADE DIDÁTICA:
A palavra cruzada pode ser simples, aliada (ou não) a outras atividades que a complementem, como a que se verá como exemplo a seguir.
PRIMEIROS ANOS DO ENS. MÉDIO 1º BIM. DE 2015.
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR:
Os primeiros filósofos gregos e a inquietude pelo conhecimento do mundo: (Prof. José Antônio Brazão.)
Ao abandonar as vias mitológico-religiosas de explicação do mundo, os primeiros filósofos gregos deram passos importantes na busca de uma compreensão natural do cosmos, palavra grega que traz consigo a ideia de uma harmonia, de uma ordem que subjaz todas as coisas, de tal modo que assim se mantêm. De onde tudo veio? De que as coisas são compostas? Que relação existe entre sua composição e sua origem? São perguntas inquietantes, intrigantes, que o ser humano se pôs no passado, se põe ainda hoje e, com certeza, se porá no futuro.
No pensar dos primeiros filósofos gregos essas perguntas são claramente percebidas nas respostas naturais que buscaram dar-lhes. Além de dizer que tudo veio da água, Tales afirma que tudo carrega água em sua composição e tudo forma uma unidade (“Tudo é um.”, como aparece em um de seus fragmentos). Ademais, perguntar por aquilo que é o mundo e por suas origens significa perguntar claramente também por aquilo que é o próprio ser humano e de onde este veio. A compreensão do que é o mundo imbrica-se na compreensão do ser do próprio homem, formando uma unidade, uma totalidade em meio à multiplicidade ou pluralidade dos seres existentes.
Há múltiplos seres, porém todos convivem harmonicamente, ainda que seja uma harmonia de contrários, como afirma Heráclito de Éfeso. Para Pitágoras, a harmonia universal demonstra a existência de uma precisão matemática e até musical do cosmos. De fato, as notas musicais precisam de uma sequência e de um arranjo precisos, a fim de que haja musicalidade. Da mesma forma, cada coisa no cosmos carrega consigo um arranjo com outras coisas, outros seres, tornando possível a ordem necessária ao existir harmônico do universo. Séculos mais tarde, na época do Renascimento (séculos XV/XVI – XVII, aproximadamente), o cientista alemão Johannes Kepler escreveu sobre a harmonia dos mundos. Seguramente, de influência pitagórica, além da astronomia própria dos tempos modernos.
Para Leucipo, Demócrito e Anaxágoras a harmonia universal esconde o fato de que tudo é composto por partículas microscópicas, formadoras de todos os seres, em uma multiplicidade tremenda. Homeomerias (Anaxágoras) ou átomos (Leucipo e Demócrito), o fato é que o universo maior carrega consigo um universo menor, de partículas, infinito ou quase infinito. Além do mais, de acordo com Demócrito, há um ser que é, em si, um verdadeiro microcosmos: o homem. O macrocosmos traz em seu bojo um microcosmos que reflete sobre ele e busca conhecê-lo.
ATIVIDADE 1: De acordo com o que se pode concluir a partir do texto, os primeiros filósofos gregos, chamados pré-socráticos (filósofos que antecederam Sócrates) ou físicos (estudiosos da natureza) tiveram as seguintes posições, exceto:
a)(     )A natureza é uma unidade em meio à multiplicidade de seres.
b)(     )O caos é a harmonia existente no universo, que se apresenta em todas as coisas.
c)(     )De acordo com Tales, tudo é um, isto é, tudo forma uma unidade.
d)(     )As homeomerias, de Anaxágoras, e os átomos, de Demócrito não são visíveis aos olhos, mas existem de fato, combinando-se e formando seres dos mais diversos tipos. São visíveis apenas abstratamente na razão e na imaginação, mas reais.
e)(     ) Para Pitágoras, a harmonia universal demonstra a existência de uma precisão matemática e até musical do cosmos.
ATIVIDADE 2: CORRIJA A ALTERNATIVA ERRADA DA QUESTÃO ANTERIOR:
______________________________________________________________________.
ATIVIDADE 3: PREENCHA AS LACUNAS (ESPAÇOS LIVRES) NA CRUZADA A SEGUIR:
 
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1)Partículas.
2)Universo.
3)Filósofo e matemático de Samos.
4)Ordem.
5)Filósofo para o qual tudo originou-se do fogo.
6)Estudiosos amantes da sabedoria.
7)Primeiro filósofo grego.
8)Organização, arrumação.
9)Multiplicidade.
10)O grande universo.
11)Princípio original, segundo Tales.
12)Opostos.
13)Começo, início, no plural.
14)Ciência que estuda o universo.
15)Está por baixo, está na base.
16)Preposição.
 


ATIVIDADE 4: MARQUE TODAS AS PREPOSIÇÕES QUE SE ENCONTRAM NO TERCEIRO PARÁGRAFO DO TEXTO DA PRIMEIRA PÁGINA.(3,5)


 

 

ATIVIDADE 3: PREENCHA AS LACUNAS (ESPAÇOS LIVRES) NA CRUZADA A SEGUIR – RESPOSTAS:

 
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I
 
R
R
I
O
O
13
14
A
S
T
R
O
N
O
M
I
A
 
 
1)Partículas.
2)Universo.
3)Filósofo e matemático de Samos.
4)Ordem.
5)Filósofo para o qual tudo originou-se do fogo.
6)Estudiosos amantes da sabedoria.
7)Primeiro filósofo grego.
8)Organização, arrumação.
9)Multiplicidade.
10)O grande universo.
11)Princípio original, segundo Tales.
12)Opostos.
13)Começo, início, no plural.
14)Ciência que estuda o universo.
15)Está por baixo, está na base.
16)Preposição.
ATIVIDADE 4: MARQUE TODAS AS PREPOSIÇÕES QUE SE ENCONTRAM NO TERCEIRO PARÁGRAFO DO TEXTO DA PRIMEIRA PÁGINA.
 
 

A palavra cruzada proposta (atividade 3) não põe as palavras prontas, para um simples e mero preenchimento de lacunas. Ela propõe a procura das palavras que correspondam sinonimamente às colocadas nos números (p. ex.: no número 1, partículas, solicita-se que seja encontrado o nome de partículas que aparecem no texto, neste caso, as homeomerias preenchem bem as lacunas), e assim por diante. Essa atividade pode ser um bom treino de aprendizado do significado das palavras e de consequente ampliação do vocabulário estudantil.

A atividade 4 é um diálogo com a Língua Portuguesa. Na verdade, quando buscam as preposições, as e os estudantes têm que prestar muita atenção no texto e, assim, podem aprender mais do conteúdo filosófico ali presente. Ajuda interdisciplinar!