sábado, 20 de janeiro de 2024

PRIMEIRO BIMESTRE: AULA 1 DE SOCIOLOGIA – SEGUNDOS ANOS - A CIDADE, O PAÍS E O MUNDO: RELAÇÕES DE PODER E MOVIMENTOS SOCIAIS – PODER, POLÍTICA E ESTADO: POLÍTICA E ESTADO (Prof. José Antônio Brazão.)

  ESTADO DE GOIÁS

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

COORD. REGIONAL METROPOLITANA DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA

COLÉGIO ESTADUAL DA POLÍCIA MILITAR VASCO DOS REIS

 

 PRIMEIRO BIMESTRE:

AULA 1 DE SOCIOLOGIA – SEGUNDOS ANOS

A CIDADE, O PAÍS E O MUNDO:

RELAÇÕES DE PODER E MOVIMENTOS SOCIAIS – PODER, POLÍTICA E ESTADO:

POLÍTICA E ESTADO (Prof. José Antônio Brazão.)

DEBATE INICIAL: Cite nomes de cinco a dez cidades de Goiás e do Brasil que tenham POLIS no nome.

De onde vem essa palavra? De que outra língua? De que lugar do mundo?

A palavra política é de origem grega e significa governo da pólis (cidade-Estado). No mundo grego antigo, de fato, havia muitas cidades (póleis). Cada uma dispunha de um território próprio, de um rei, de uma moeda própria, leis próprias – em síntese: autonomia. Eram cidades independentes. Tinham em comum o comércio, a língua grega (com pequenas diferenças dialetais), deuses e deusas, certos costumes e aspectos sócio-culturais.

Vejamos algumas imagens:

PÓLIS (Wikipédia): https://es.wikipedia.org/wiki/Polis

Em slides:

https://es.wikipedia.org/wiki/Polis#/media/Archivo:Coastline_water_boats_against_the_cityscape_of_Mykonos_island,_Cyclades,_Agean_Sea,_Greece.jpg

Ainda existem algumas cidades-Estados no mundo. Vejamos:

Cidade-Estado (Wikipédia): https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade-Estado

No transcurso dos séculos e milênios, política tomou um significado cada vez mais amplo, referindo-se ao governo (direção) de um país, de um Estado, de uma cidade. Fala-se, hoje, até em política mundial (exemplo: os rumos da política mundial).

PODER EXECUTIVO NO BRASIL (Presidentes do Brasil):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_presidentes_do_Brasil

PODER LEGISLATIVO FEDERAL DO BRASIL (CONGRESSO NACIONAL, conforme a Wikipédia):

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Congresso_Nacional_do_Brasil

Em slides:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Congresso_Nacional_do_Brasil#/media/Ficheiro:Logo_do_Congresso_Nacional.png

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL DO BRASIL (ex.: Supremo Tribunal Federal): https://pt.wikipedia.org/wiki/Supremo_Tribunal_Federal

Em slides:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Supremo_Tribunal_Federal#/media/Ficheiro:Logotipo_do_Supremo_Tribunal_Federal.svg

Essa divisão de poderes aparece em estados e municípios de todo o Brasil e, com diferenças, em diversos lugares do mundo. Nos estados, por exemplo, o poder executivo está nas mãos de governadores(as), o legislativo, nas mãos das assembleias estaduais, o judiciário, de tribunais de justiça regionais.

Em outro momento, mais adiante, voltaremos a essa divisão e suas origens.

Política é o exercício do poder, do mando, da direção, do governo. Pela política passam, em um país, em um Estado e em uma cidade: a elaboração de leis, a administração dos impostos, o cuidado com a segurança de cidadãs e cidadãos, o asfaltamento de ruas e estradas, o cuidado destas, as concessões dadas a empresas privadas para que prestem serviços diversos à população, a saúde (ex.: SUS, postos de saúde, hospitais, etc.), entre outros elementos fundamentais ao bom andamento da vida social, em suas diferentes instâncias.

No que diz respeito ao pagamento de impostos, vale lembrar que eles são de enorme importância para a vida social e para a vida de cada pessoa que faz parte da nação. Sem eles, o Estado não tem como realizar tudo o que precisa fazer: investimentos, como os referentes às áreas de ação citadas acima. Impostos, mais que obrigações, portanto, são exigências do próprio dever cívico, em busca do bem comum (o bem de todos).

O que se deve(ria) esperar, em todos os casos, é (seria) o uso devido, justo e igualitário, desses impostos pelo Estado (instituição coordenada pelos políticos). Em todo caso, na maioria das vezes, essa aplicação dos impostos ocorre. No mais, o que cada cidadã(ão) pode e deve fazer é fiscalizar e cobrar das autoridades, direito de todos e algo que é proposto pela chamada transparência.

O ideal seria que a política servisse ao bem comum – o bem das coletividades como um todo. Entretanto, muitas vezes, esse poder (o poder político) é usado a serviço dos grupos econômica e politicamente dominantes (enriquecidos), que colocam representantes seus em diversas instâncias do poder político, no intuito de garantirem seus interesses.

Em diferentes instâncias do poder político: executivo, legislativo e judiciário. Empreiteiras, bancos, latifundiários e grandes empresários têm representantes seus na política federal, estadual e municipal, que defendem os seus interesses enquanto classe econômica e politicamente dominante.

No entanto, o Estado é necessário a todos. Por exemplo: na segurança, na saúde, no financiamento educacional, no atendimento, entre outras garantias fundamentais à vida de cidadãs e cidadãos.

Nas mãos do Estado estão: a cobrança de impostos, o uso dos impostos, a elaboração, votação e execução das leis, o exército, a polícia, o Direito e a Justiça, a previdência social, a economia (em termos de normas, regras, leis...), as normas que regem a Educação formal (escolar, universitária...).

REFERÊNCIAS:

ROMEIRO, Julieta et alii. DIÁLOGO: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. São Paulo, Moderna, 2020. (Seis volumes.)

 

PRIMEIROS ANOS – SOCIOLOGIA: AULA 1 DE SOCIOLOGIA: O QUE É SOCIOLOGIA? QUE RELAÇÃO ELA TEM CONOSCO? (Prof. José Antônio Brazão. )

 SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR

CEPMG - VASCO DOS REIS

Divisão de Ensino / Coordenação Pedagógica

PRIMEIROS ANOS – SOCIOLOGIA:

AULA 1 DE SOCIOLOGIA: O QUE É SOCIOLOGIA? QUE RELAÇÃO ELA TEM CONOSCO? (Prof. José Antônio Brazão. )

A)  O que é SOCIOLOGIA?

A Sociologia é uma das chamadas ciências humanas. Como o próprio nome define: Sociologia é a ciência (saber) que estuda a sociedade ou as sociedades, buscando entender e explicar sua estrutura, seus fundamentos, os grupos que a compõem e as relações existentes entre esses grupos.

B)   A SOCIOLOGIA e nós.

A Sociologia busca desvendar a vida social, a mesma na qual até nós nos inserimos, oferecendo condições e ferramentas intelectuais para um entendimento mais claro e crítico (questionador) das relações entre pessoas e agrupamentos (classes, por exemplo). Ela permite, portanto, uma compreensão mais clara da vida social.

IMAGENS:

SOCIEDADE:

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&hl=pt-BR&q=SOCIEDADES+DO+MUNDO&tbm=isch&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwjWhueap-yDAxXNFbkGHelWCnMQ0pQJegQIChAB&cshid=1705765424103624&biw=1536&bih=730&dpr=1.25#imgrc=FaExi1eG16GlDM

C)   O contexto histórico de nascimento da SOCIOLOGIA. O século XIX.

A Bandeira Nacional do Brasil traz o seguinte lema: ORDEM E PROGRESSO. De onde vem esse lema e em que contexto histórico surgiu? Esse lema é de Augusto Comte, filósofo e pensador do século XIX, fundador do POSITIVISMO, uma corrente filosófica que defende a valorização das ciências naturais e Exatas (Física, Química, Biologia,  Matemática e outras).

IMAGENS (Bandeira do Brasil):

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=bandeira+do+brasil&tbm=isch&source=lnms&sa=X&sqi=2&ved=2ahUKEwjApLfep-yDAxUOObkGHQILDiAQ0pQJegQIDRAB&biw=1536&bih=730&dpr=1.25#imgrc=G8UTxfhw1jonSM

Augusto Comte foi um dos fundadores da Sociologia, tendo-a chamado Física Social, uma ciência voltada para o entendimento da sociedade. Para  ele, é preciso haver ordem para que haja progresso.

IMAGENS (Auguste Comte):

Conjunto 1:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Comte#/media/Ficheiro:Auguste_Comte.jpg

Conjunto 2:

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=augusto+comte&tbm=isch&source=lnms&sa=X&sqi=2&ved=2ahUKEwis6YGKqOyDAxW7ELkGHTWcAWgQ0pQJegQIDRAB&biw=1536&bih=730&dpr=1.25#imgrc=xUbwzr18lnEfhM

Outros pontos:

1)    Revolução Industrial.

2)    Ciências no século XIX.

3)    Impacto delas no mundo, globalizando-o mais ainda.

COMENTÁRIO AMPLIADO (Prof. José Antônio Brazão.)

O século XIX, sem dúvida nenhuma, foi um tempo que trouxe consigo, para a Europa e para o mundo, grandes transformações, algumas das quais já vinham tomando impulso havia alguns séculos. A principal delas foi a afirmação definitiva da Revolução Industrial.

A Revolução Industrial, como o nome indica, foi uma revolução (transformação em grande escala) do modo de produzir mercadorias e bens os mais diversos, propiciado, principalmente, pelas máquinas: máquinas de tecelagem, de fabricação de ferramentas, de fabricação de calçados, entre outras tantas.

IMAGENS:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial#/media/Ficheiro:Nant_y_Glo,_Monmouthshire_(1131349).jpg

As máquinas permitiram produzir mais, em menos tempo e com menos mão de obra. E, por falar em mão de obra, o capitalismo do século XIX manteve e incrementou a exploração (uso de mão de obra mal paga e sem direitos) a exploração sobre operários e operárias, chegando ao extremo dessa exploração: salários baixos e inadequados, emprego de mão de obra de homens, mulheres e, inclusive, de crianças, muitas horas de trabalho ao dia (mais de 10 horas, em muitos casos), condições insalubres de trabalho, ausência de direitos trabalhistas, acidentes de trabalho não atendidos devidamente e até criticados por capitalistas, manipulação do relógio, etc.

IMAGENS:

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=explora%C3%A7%C3%A3o+capitalista&tbm=isch&source=lnms&sa=X&sqi=2&ved=2ahUKEwifxsqlqeyDAxVAqJUCHcagDtAQ0pQJegQIDBAB&biw=1536&bih=730&dpr=1.25#imgrc=lGUs1n5asxV0_M

O século XIX foi um século de grande desenvolvimento das ciências, com descobertas nas áreas da eletricidade, da invenção de máquinas, da química, das ciências naturais, da matemática, além de outras. Segundo Edo Fragoso e outros:

“O século XIX:

1800 – Primeira bateria (Alessandro Volta)

1804 – Primeira locomotiva a vapor.

1810 – Impressão (Frederick Koenig)

1821 – Motor Elétrico (Michael Faraday)

1825 – Primeira linha de Estrada de ferro na Inglaterra.

1827 – Primeira turbina de água e patente para a primeira hélice de navio (Josef Ressel)

1896 – Descoberta da radioatividade (Antoine Henri Becquerel)

1854 – Invenção da lâmpada de luz incandescente (Heinrich Goebel)

1859 – O motor a gás é desenvolvido (Etienne Lenoir)

1861 – Primeiro telefone (Johann Philipp Reis)

1875 – Invenção da geladeira (Carl von Linde)

1876 – Aplicação de patente para o telefone (Alexander Graham Bell)

Motor de quatro-tempos (Nicolaus August Otto)

1877 – Invenção do fonógrafo (Thomas Alva Edison)

1879 – Primeira locomotiva elétrica (Werner von Siemens)

1881 – Fornecimento de energia com alta freqüência de corrente alternada (George Westinghouse)

1883 – Desenvolvimento da turbina a vapor (Carl de Laval)

1886 – Primeiro automóvel (Karl

Benz) Eletricidade

1895 – Descoberta de Raios-X (Wilhelm Conrad Röntgen)

Invenção do cinematógrafo (Auguste e Louis Jean Lumière)

Fotografia 1897 – Invenção do tubo de raio de catódio (Karl Ferdinand Braun)

Diesel constrói o motor Diesel.”

(FRAGOSO, Edo et alii. Inovações Tecnológicas do século XIX. In: Contemporâneos: Revista de História Contemporânea, n. 1, nov-abr 2008. Disponível em: < https://www.revistacontemporaneos.com.br/n1/pdf/inovacoes_tecnologicas.pdf > Acesso em 19/01/2024.)

IMAGENS:

https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2204/as-10-principais-invencoes-da-revolucao-industrial/

Nesse tempo nasceu também o interesse em uma ciência que pudesse auxiliar na compreensão da sociedade, o que levou ao nascimento da Sociologia. Entre os pensadores que se destacaram em sua fundação, nesse momento, encontra-se AUGUSTO COMTE, francês, fundador do chamado POSITIVISMO, uma filosofia que valorizava imensamente o conhecimento científico.

Sua frase “Amor por princípio e a ordem por base; o progresso por fim.” Acabou servindo como base inspiradora do lema ORDEM E PROGRESSO da Bandeira Nacional Brasileira.

IMAGENS (Marechal Rondon, brasileiro, positivista):

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=marechal+rondon&tbm=isch&source=lnms&sa=X&sqi=2&ved=2ahUKEwjR--zoqeyDAxWuqpUCHVlTDNcQ0pQJegQIDBAB&biw=1536&bih=730&dpr=1.25#imgrc=A30RqxL1LiYvBM

Comte fundou a Física Social, que daria origem à SOCIOLOGIA. Claro que a fundação desta não dependeu exclusivamente de Comte, como se verá, ao longo do ano, no estudo de outros pensadores, mas que o pensamento positivista foi marcante naquela fundação. Inclusive o nome Física Social inspirou-se nos modelos da Física, propondo aplicar o rigor desta naquela.

REFERÊNCIAS:

FRAGOSO, Edo et alii. Inovações Tecnológicas do século XIX. In: Contemporâneos: Revista de História Contemporânea, n. 1, nov-abr 2008. Disponível em: < https://www.revistacontemporaneos.com.br/n1/pdf/inovacoes_tecnologicas.pdf > Acesso em 19/01/2024.

ROMEIRO, Julieta et alii. DIÁLOGO: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. São Paulo, Moderna, 2020. (Seis volumes.)

PRIMEIRO BIMESTRE - PRIMEIROS ANOS. FILOSOFIA. AULA 1: O QUE É FILOSOFIA? (Prof. José Antônio Brazão.)

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

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CEPMG - VASCO DOS REIS

Divisão de Ensino / Coordenação Pedagógica

 PRIMEIROS ANOS. FILOSOFIA.

AULA 1: O QUE É FILOSOFIA? (Prof. José Antônio Brazão.)

No transcurso dos milênios de sua história, a humanidade vem produzindo uma enorme gama de conhecimentos, fruto de necessidades e interesses os mais variados dos diferentes grupos humanos. Dentre esses conhecimentos encontra-se a filosofia.

A filosofia ocidental nasceu entre os antigos gregos. A palavra deriva do grego e significa, justamente: amizade com a sabedoria ou amor à sabedoria. Philo(gr.) = amigo. Sophia(gr.) = sabedoria. Mas o que é sabedoria? Essa palavra tem diversos significados. Reflita e anote alguns deles, brotados da reflexão.

IMAGENS (Grécia):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia#/media/Ficheiro:Flag_of_Greece.svg

A seguir, busque também em dicionários de língua portuguesa e, principalmente, de filosofia, a fim de obter um entendimento maior a respeito dessa palavra. (Sugestão para professoras e professores: discutam com seus alunos e vão colocando no quadro os diversos significados por eles e elas apresentados. A seguir, resumam, expliquem, debatam novamente com a turma.)

Ela trata de assuntos variados, buscando uma reflexão mais aprofundada e crítica sobre eles, no intuito de ir a fundo em sua compreensão. De forma crítica quer dizer questionadora de pressupostos (ideias básicas), valores, preconceitos, ideias gerais a respeito do mundo e das pessoas, etc.

A filosofia não se pretende, em hipótese nenhuma, ser dona da verdade e, de fato, não é. A filosofia é um conhecimento interdisciplinar, ou seja, que busca contínuo diálogo com outras áreas do conhecimento, como a história, a sociologia, a antropologia e outras ciências. Esse diálogo contribui para que não haja absolutização da verdade, nem dogmatismo (afirmação, lei ou norma tomada como dogma, como verdade inquestionável e incontestável).

O dogmatismo é perigoso. Ao longo dos séculos, gerou até mesmo perseguições, sofrimentos e mortes – três bons exemplos disto são: a Inquisição (surgida na época medieval e que perdurou até o século XVIII, aproximadamente), o fascismo e o nazismo (doutrinas totalitárias desenvolvidas e praticadas no século XX). Ao posicionar-se reflexiva e criticamente, dialogando com outras áreas de conhecimento, a filosofia quer, exatamente, questionar e desalojar os fundamentos do dogmatismo.

IMAGENS (Fascismo e nazismo):

Conjunto 1:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nazismo#/media/Ficheiro:Flag_of_the_NSDAP_(1920%E2%80%931945).svg

Conjunto 2:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial#/media/Ficheiro:Infobox_collage_for_WWII.PNG

Além disto, a filosofia empenha-se por refletir sobre a vida humana, levantando questões e colocando-se numa busca contínua, permanente, de respostas, jamais acabadas e dogmatizadas, mas em constante construção e reelaboração. A filosofia cruza-se com a vida e empenha-se por obter uma compreensão da mesma. Os problemas e as questões vitais não fogem a ela, mas servem de matéria-prima para as discussões filosóficas. Daí, constantemente ver-se temas como a origem, a liberdade, a angústia, o desespero, o sofrimento, o amor, etc., aparecerem e reaparecerem na filosofia, desde a antiguidade até hoje.

IMAGENS:

Conjunto 1 (Liberdade):

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=liberdade&tbm=isch&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwiL3peXpuyDAxXhrZUCHdh3CwwQ0pQJegQIDRAB&biw=1536&bih=730&dpr=1.25

Conjunto 2 (Amor):

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=amor&tbm=isch&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwjasYatpuyDAxWhq5UCHQFBBeUQ0pQJegQIDBAB&cshid=1705765167571591&biw=1536&bih=730&dpr=1.25

O que é a vida? De onde tudo surgiu? Como? O que é o mundo? Quem somos nós? Por que existimos? Por que há muitas pessoas preconceituosas? O que são preconceitos? Por que as pessoas vivem juntas? Como surgiu a sociedade? O dogmatismo interessa a quem e por quê? Por que há miséria no mundo? A quem interessa a miséria e por quê? Por que há desemprego? A quem este interessa no mundo atual e por quê? A vida tem um sentido mais profundo? O que é eternidade? Por que as coisas mudam, se transformam, continuamente? Para além dessas transformações há algo que permanece, que é eterno? O que é o amor? Etc.

IMAGENS:

Conjunto 1 (Vida):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vida#/media/Ficheiro:Different_kinds_of_life_on_Earth.png

Conjunto 2 (raças humanas):

https://www.google.com/search?sca_esv=600084738&q=ra%C3%A7as&tbm=isch&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwiE3J7YpeyDAxUUG7kGHdhdAeQQ0pQJegQIEBAB&biw=1536&bih=730&dpr=1.25

Perguntas como estas e muitas outras fizeram e fazem com que as pessoas parem e busquem respostas. A filosofia questiona e busca respostas mais claras e objetivas (precisas), embasadas na pesquisa profunda das raízes daqueles problemas. Ao mesmo tempo, quer ajudar a buscar e apontar caminhos para a solução desses problemas que aparecem, brotados da concretude da vida humana.

As ideias expostas acima são uma pequena reflexão a respeito do que é filosofia. Vale a pena ver outros autores que tratam do assunto, a fim de obter outras visões e enriquecer a compreensão a respeito do que seja a filosofia! Procurar também em dicionários de filosofia. Podem ajudar muito.

REFERÊNCIAS:

ARANHA, Maria L. de A. e MARTINS, Maria H. P. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo, Moderna, s/data.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, s/data.

ROMEIRO, Julieta et alii. DIÁLOGO: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. São Paulo, Moderna, 2020. (Seis volumes.)

 


O NÚMERO 7 E SUA SIMBOLOGIA NATURAL (Prof. José Antônio Brazão.)

O NÚMERO 7 E SUA SIMBOLOGIA NATURAL (Prof. José Antônio Brazão.)

O número sete (7) é muito comum na Bíblia e em uma série de textos, inclusive sendo utilizado, comumente, no dia a dia das pessoas. O texto simples que segue busca, justamente, mostrar que não há, na origem da percepção mística do 7, nada de místico, mas de natural. Ou seja, o misticismo em torno do 7 teve, na verdade, suas origens em observações naturais e, com o tempo, com o desenvolvimento da matemática.

Interessante a matemática do sete apontada na contagem sequencial:

“1+6=7

2+5=7

3+4=7”

Ver essa contagem em: https://www.migalhas.com.br/quentes/49623/simbologia-do-n--7---homenagem-ao-aniversario-de-migalhas

Sete dias que a Lua leva para completar uma fase e mudar de fase.

Ciclo completo de 7 dias por fase. Isso pode ter dado a ideia de completude que envolve o 7.

Com base nesse ciclo completo, 7 dias da semana, calendários lunares entre os antigos.

7 astros visíveis a olhos nus no céu, cada qual em sua órbita ao redor da Terra, na visão

geocêntrica, vistos a partir da Terra: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter, Saturno e a

esfera das estrelas fixas. Visíveis sem telescópio, só com os olhos.

Um número ligado ao universo visível.

7 aberturas no corpo humano: 2 ouvidos, 1 boca, 2 narinas, 1 ânus, 1 saída para urina.

Elementos naturais.

Não é um número misterioso, originalmente. É um número advindo de observações da natureza.

Há outros números, sem dúvida. Mas a ideia da completude do 7 aparece aí e certamente em algum outro lugar da natureza: sete dias de cada fase completa da lua, 7 astros visíveis a olhos nus, 7 aberturas no corpo humano e nada além. Etc...

Tudo natural e cósmico visível. Nada de originalmente místico, mas que se tornou místico com o tempo.

Tem mais: 4+3=7.

4 fases da Lua (minguante, nova, crescente e cheia...), em ciclo ao redor da Terra).

4 pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste).

3 pessoas de mãos dadas: todas se dão as mãos, sem ficar ninguém sem pegar na mão de alguém.

Os 3 lados de um triângulo equilátero. Todos os lados iguais e todos se tocam, têm os mesmos ângulos (30°).

Do 4, ainda natural: as quatro estações do ano (verão, outono, primavera, inverno), num ciclo (círculo) que começa e recomeça, como o CÍRCULO ⭕️ que começa e termina onde começa, em si mesmo.

4 fases da Lua, com 7 dias cada, girando em círculo ao redor da Terra. Começa, termina, recomeça.

4 elementos: terra, água, ar e fogo.

Novamente: 4+3=7.

O 7 sem mistérios. Natural e matemático.

O círculo ⭕️, na antiguidade, era símbolo da perfeição, visto começar e terminar em si

mesmo.

Tudo natural e matemático.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

QUARTO BIMESTRE - AULAS 39 E 40 DE TODAS AS MATÉRIAS: REVISÃO DE CONTEÚDOS ESTUDADOS AO LONGO DO SEMESTRE: RECUPERAÇÃO. (Prof. José Antônio Brazão.)



 


SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR

 CEPMG - VASCO DOS REIS

Divisão de Ensino / Coordenação Pedagógica

SÉRIE/ANO:  

TURMA(S):

DISCIPLINA:

DATA:        /        / 202_____

PROFESSOR: JOSÉ ANTÔNIO BRAZÃO.

Identificação da atividade

ALUNO (A): ___________________________________________________________________N°                                                                                                                

QUARTO BIMESTRE - AULAS 39 E 40 (Prof. José Antônio Brazão.):

*Revisões de conteúdos trabalhados em todas as matérias, cada uma especificamente, e aplicação de avaliações para fins de recuperação.

*Uso de mapas e desenhos.


QUARTO BIMESTRE - AULA 38 DE TCH DOS SEGUNDOS ANOS: TURISMO, GASTRONOMIA, AGRICULTURA E CIÊNCIA EM GOIÁS (Prof. José Antônio Brazão.)

  

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QUARTO BIMESTRE

AULA 38 DE TCH DOS SEGUNDOS ANOS:

TURISMO, GASTRONOMIA, AGRICULTURA E CIÊNCIA EM GOIÁS (Prof. José Antônio Brazão.)

Turismo, gastronomia, agricultura e ciência o que têm em comum? Como se relacionam? É o que nesta aula se buscará entender.

O turismo envolve cuidados e interesses alimentares onde quer que se vá. Além de belas paisagens, curtir a praia ou o local onde se está, há também preocupações de ordem alimentar, em comer comidas diferentes, experimentar novos sabores, etc. Daí, a ligação do turismo com a gastronomia, a arte de preparar os alimentos.

Uma comida saborosa, bem preparada, fica guardada na memória, junto com o que cada turista viu e experienciou ou está experienciando durante a viagem. Mas para que a comida chegue à mesa, é mister que seus ingredientes tenham sido obtidos pela agricultura, pela indústria pesqueira, pela pecuária, entre outros setores componentes da produção e obtenção de alimentos.

E a ciência, como ela entra nessa história? As ciências naturais e outras, por exemplo, dão aporte epistemológico (de conhecimento) e tecnológico para o aprimoramento da agricultura, da pecuária e da pesca, além de outros setores produtivos: melhoramento genético, solução de problemas, doenças (pragas, p. ex.) e eventuais desastres, máquinas para aperfeiçoar o manejo da terra, dos peixes e outros seres, informações climatológicas, correção de solo ou da acidez da água, equipamentos e softwares.

As ciências humanas (História, Sociologia, Filosofia e Geografia), por sua vez, auxiliam no melhor conhecimento dos elementos históricos e outros lugares para onde vão turistas. As ciências da linguagem (Língua Portuguesa, Línguas Estrangeiras e Arte) também podem contribuir, seja com o domínio da própria língua, seja também com o conhecimento de línguas como o inglês e o espanhol.

Conhecimentos e habilidades caminham juntos, sendo úteis em tudo.